Como Fixar Vergalhão no Baldrame com Ancoragem Química: Guia Completo

person Kleber Costa - @habituznaobra calendar_month 29/05/2026 schedule 16 min de leitura
Como Fixar Vergalhão no Baldrame com Ancoragem Química: Guia Completo

Resumo Executivo

Quando fiz o meu primeiro furo para chumbar vergalhão no baldrame da minha obra em Água Fria, GO, errei a resina — usei o produto errado sem saber que existia diferença entre epóxi e viniléster. A ancoragem química é o método correto para vergalhões pós-instalados em concreto já curado, e a escolha errada do adesivo pode custar a estrutura inteira.

Neste artigo você aprende qual resina usar (e por quê), o protocolo exato de limpeza do furo que ninguém mostra, a profundidade de embutimento por bitola com base na NBR 6118 e NBR 14827, e por que a barra de 1,50 m é a medida certa para o sistema construtivo com tijolo ecológico.

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O que é ancoragem química de vergalhão

Ancoragem química é o processo de fixar uma barra de aço em concreto já curado usando um adesivo estrutural injetado no furo. Diferente do vergalhão colocado antes da concretagem, a ancoragem pós-instalada depende da aderência entre o adesivo, o aço e as paredes do furo — não do concreto envolvendo a barra.

No sistema construtivo com tijolo ecológico, os vergalhões que formam as colunas e cintas de graute são frequentemente fixados depois da fundação pronta. O baldrame ou radier é executado, cura, e os arranques de vergalhão são inseridos depois — exatamente o cenário onde a ancoragem química é indicada.

Por que não usar cimento comum para fixar vergalhão

Muitos autoconstrutores tentam usar nata de cimento ou argamassa para fixar o vergalhão no furo. O problema: argamassa de cimento tem retração na cura, não preenche furos estreitos de forma homogênea e sua aderência ao aço é muito inferior à de resinas estruturais. Para barras de pequeno diâmetro (6,3 mm a 12,5 mm), o epóxi estrutural é a solução tecnicamente mais coerente com as normas e com a prática dos fabricantes de tijolo ecológico.

info
Contexto normativo: A NBR 6118:2023 trata da ancoragem de barras em concreto (cap. 9.4). A NBR 14827:2002 e a NBR 15049:2004 regulamentam ensaios e desempenho de chumbadores químicos instalados em concreto ou alvenaria — essas são as bases técnicas que validam o processo.
vergalhão ancorado com epóxi no baldrame — canteiro de obra com tijolo ecológico ao fundo
Vergalhão fixado com resina epóxi — ancoragem química correta

🎬 Assista: "Como Fixar Vergalhão no Baldrame — SIKADUR 32 Passo a Passo e Altura Certa" — @habituznaobra

Documentei ao vivo na minha obra o processo completo: altura da barra, escolha do produto (SIKADUR 32), preparo da mistura e aplicação no furo. Acompanhe o canal @habituznaobra no YouTube para ver cada etapa da construção em tempo real.

Resina epóxi vs viniléster: qual escolher

Existem dois tipos principais de resina para ancoragem química de vergalhão: epóxi e viniléster. Ambas funcionam — mas têm diferenças importantes que definem qual usar em obra de autoconstritor.

Resina epóxi estrutural

O epóxi é o produto com maior aderência característica disponível no mercado para essa aplicação. Ensaios com barras de 12 mm mostram tensão de aderência de até 14 MPa — o valor mais alto entre as resinas testadas. Além disso, o epóxi é o produto mais tolerante à limpeza imperfeita do furo: mesmo quando o furo não foi escovado perfeitamente, a resina mantém boa parte da resistência.

Isso é decisivo para obras de autoconstrução, onde o controle de execução é menor. Na minha obra, usei o SIKADUR 32 da Sika — versão bicomponente (componente A + componente B) com consistência intermediária: mais fluida que o SIKADUR denso (indicado para aplicação vertical) e mais espessa que o gel, o que facilita o preenchimento do furo do vergalhão. Outros produtos epóxi estruturais da linha Sikadur AnchorFix também atendem essa aplicação.

Resina viniléster / poliéster

A viniléster tem cura mais rápida e custo menor. Porém, em ensaios normatizados pela NBR 14827 e NBR 15049, a resistência cai significativamente com furos mal limpos — com maior incidência de ruptura por arrancamento (pull-out) quando o protocolo de limpeza não é seguido à risca.

Comparativo: resina epóxi vs viniléster para ancoragem de vergalhão
Característica Resina Epóxi Resina Viniléster
Aderência (barra 12mm) ~14 MPa ~11 MPa
Tolerância a furo sujo Alta — menos sensível Baixa — perde resistência
Tempo de cura Mais lento Mais rápido
Custo Maior Menor
Indicação para autoconstrutor ✅ Primeira escolha ⚠️ Só com protocolo rigoroso
Referência normativa NBR 15049 / NBR 14827 NBR 15049 / NBR 14827
info
Regra prática: Para quem está fazendo a primeira obra, sem experiência com o protocolo de limpeza, use sempre resina epóxi estrutural certificada para ancoragem. O custo é maior, mas a margem de segurança para erros de execução é muito superior.

Use a calculadora de concreto para estimar os volumes do baldrame e calcular os materiais corretamente antes de chumbar os vergalhões.

Protocolo de limpeza do furo (o passo que mais falha)

A resistência de aderência da resina depende diretamente da limpeza do furo. Ensaios normatizados pela NBR 14827 testaram três condições de limpeza — e os resultados são contundentes: furo sujo pode reduzir a resistência à tração em mais de 50% na resina viniléster, com ruptura por pull-out como modo dominante de falha.

Protocolo correto de limpeza — 4 etapas

  1. Soprar o furo 2 vezes — use bomba de ar manual ou ar comprimido. Inclinar o furo para baixo facilita a saída do pó.
  2. Escovar internamente — use escova de aço com diâmetro igual ao furo. Movimentos de vai-e-vem por todo o comprimento.
  3. Soprar 2 vezes novamente — para expulsar o pó soltado pela escova.
  4. Verificar — soprar e observar: se sair pó, repetir escova + sopro.
info
Erro crítico: Injetar a resina sem limpar o furo é o erro mais comum na ancoragem de vergalhão. Com viniléster, a consequência é barra que sai com pouca força. Com epóxi é mais tolerante — mas o protocolo deve ser feito em todos os casos.
limpeza do furo no concreto com bomba de ar e escova de aço antes de aplicar resina epóxi
Limpeza do furo em 4 etapas: soprar → escovar → soprar → verificar. Esse protocolo é o que garante a ancoragem.

Profundidade de embutimento por bitola

A profundidade de embutimento — o quanto da barra fica dentro do concreto — é o parâmetro estrutural mais importante da ancoragem. A NBR 6118:2023 define comprimentos mínimos de ancoragem baseados em fórmulas que consideram diâmetro da barra, resistência do concreto e aderência disponível.

Para obras de autoconstrução com tijolo ecológico, os valores práticos extraídos de ensaios normatizados (NBR 14827) e do Manual de Construção com Tijolo Ecológico (Ponto Eco) são:

Profundidade mínima de embutimento por bitola de vergalhão
Bitola do vergalhão Diâmetro do furo Profundidade mínima Referência
ø 6,3 mm 8–9 mm 60–95 mm (~7–15 cm) NBR 6118 (10–15d)
ø 8 mm 10–11 mm 80–120 mm (~10–15 cm) NBR 6118 (10–15d)
ø 10 mm 12–13 mm 100–150 mm (~10–15 cm) NBR 6118 (10–15d)
ø 12,5 mm 14–16 mm 110–190 mm (~11–19 cm) NBR 14827 / NBR 6118
Prática Ponto Eco Barra + 2–4 mm 150–200 mm (15–20 cm) Manual Tijolo Ponto Eco
info
Regra prática da obra: O Manual de Construção com Tijolo Ecológico da Tijolo Ponto Eco recomenda brocas de 20 cm de comprimento — o que na prática resulta em embutimentos de 15 a 20 cm. Esse valor está dentro dos limites normativos e oferece boa margem de segurança para obras rurais.

O diâmetro do furo deve ser ligeiramente maior que a barra — entre 2 e 4 mm a mais — para permitir a injeção da resina sem deixar folgas excessivas que reduzam a aderência. Saiba mais sobre os tipos de blocos e medidas na wiki de Tipos e Medidas do Tijolo Ecológico.

Altura correta da barra no tijolo ecológico

Um dos pontos mais práticos da ancoragem química no tijolo ecológico é definir o comprimento total da barra — especificamente quando ela será inserida depois da fundação. O manual técnico da Tijolo Ponto Eco recomenda barras cortadas em segmentos de 1,50 m.

A matemática dos 1,50 m

  • 15 a 20 cm ficam embutidos no concreto do baldrame (ancoragem) — esse é o trecho com resina epóxi
  • 1,30 a 1,35 m ficam acima, atravessando as fiadas de tijolo ecológico
  • Com tijolo de 6,25 cm de altura, 1,30 m equivale a aproximadamente 20 fiadas — cobrindo mais de uma coluna de graute
  • As colunas de graute são executadas a cada 6 fiadas (~50–60 cm) — a barra de 1,50 m atravessa pelo menos 2 ciclos de grauteamento
barra de vergalhão de 1,50m no baldrame mostrando 20cm embaixo e 1,30m acima — esquema visual
Distribuição da barra de 1,50m: 20cm no concreto (ancoragem) + 1,30m na parede (estrutura). A malha de colunas e cintas de graute é formada a partir dessa geometria.

Emendas de barra (quando necessário)

Quando a parede for mais alta que 1,30 m sem uma canaleta de cinta no caminho, pode ser necessário emendar as barras por traspasse. A NBR 6118:2023 (seção 9.5) define os comprimentos mínimos de emenda, que também dependem do diâmetro da barra e da resistência do concreto. Para autoconstrutores iniciantes, projetar paredes com canaleta de cinta antes dos 1,30 m elimina essa necessidade e simplifica a execução.

info
Dica de projeto: Posicione a primeira canaleta de cinta (verga/contra-verga) antes de 1,20 m de altura. Assim a barra de 1,50 m chega até ela com sobra, e a emenda fica dentro da cinta grauteada — o ponto de maior rigidez da parede.

Para calcular quanto de concreto você vai precisar para grautear as colunas da sua parede, use a Calculadora de Concreto gratuita do Habituz. E para estimar a quantidade de tijolos, veja a wiki Calculadora de Tijolos.

Normas técnicas que embasam o processo

O processo de ancoragem química de vergalhão no contexto de tijolo ecológico é respaldado por um conjunto de normas ABNT que o autoconstritor deve conhecer ao menos para citar ao engenheiro responsável ou ao fiscal da prefeitura:

  • NBR 6118:2023 — Projeto de estruturas de concreto. Define aderência aço-concreto, comprimento de ancoragem (cap. 9.4) e emendas (cap. 9.5). Fundamento teórico do processo.
  • NBR 14827:2002 — Chumbadores instalados em elementos de concreto ou alvenaria. Define ensaios de resistência à tração e ao cisalhamento para chumbadores mecânicos e químicos.
  • NBR 15049:2004 — Chumbadores de adesão química instalados em concreto ou alvenaria estrutural. Foca especificamente em ancoragens químicas, com avaliação de temperatura, umidade e variações.
  • NBR 8491 — Tijolo de solo-cimento: requisitos de resistência e variação dimensional. Base de qualidade do tijolo ecológico.
  • NBR 16868-2 — Alvenaria estrutural com blocos. Critérios de graute, armadura e execução — aplicável à malha estrutural do tijolo ecológico.

Erros mais comuns na fixação do vergalhão

Esses são os erros documentados em obras de autoconstritor — incluindo os que cometi na minha própria fundação. Conhecê-los antes de executar é a diferença entre refazer ou avançar.

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1. Furo sem limpeza

O que é: Injetar a resina diretamente no furo com pó de perfuração sem escovar.

Consequência: Perda de até 50% da aderência — barra pode ser arrancada com pouca força. Com viniléster, risco de pull-out.

warning

2. Broca com diâmetro igual ao vergalhão

O que é: Furar com broca do mesmo diâmetro da barra — sem espaço para a resina.

Consequência: Resina não preenche o furo adequadamente, deixando vazios que comprometem a aderência.

warning

3. Profundidade insuficiente

O que é: Furar menos de 10 cm para barras de 8–12 mm.

Consequência: Comprimento de ancoragem abaixo do mínimo normativo — barra sujeita a arrancamento sob carga lateral ou sísmica.

warning

4. Barra curta demais

O que é: Usar barras menores que 1,50 m sem calcular se atravessam a coluna de graute necessária.

Consequência: A malha estrutural fica descontinua — pilares e cintas não se comunicam adequadamente.

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5. Usar argamassa de cimento no lugar de resina

O que é: Fixar o vergalhão com nata de cimento ou argamassa traçada.

Consequência: Aderência muito inferior, retração na cura, preenchimento irregular do furo. Não atende às normas de ancoragem de barras.

warning

6. Mover a barra antes da cura da resina

O que is: Ajustar o alinhamento da barra depois que a resina começou a curar.

Consequência: A ancoragem é rompida antes de atingir a resistência mínima. Resina não se regenera — é necessário refazer.

info
Da obra do Kleber: No meu primeiro furo, cometi o erro 2 (broca errada) e o erro 1 (não escovei). Tive que refazer. Documentei isso no canal @habituznaobra no YouTube — vale assistir para ver exatamente o que acontece.
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Perguntas Frequentes (FAQ)

help Qual resina usar para fixar vergalhão no baldrame de tijolo ecológico?

Resina epóxi estrutural certificada para ancoragem de barras — na minha obra usei o SIKADUR 32 (bicomponente Sika), que tem boa fluidez para preencher o furo do vergalhão. Outros produtos como o Sikadur AnchorFix também atendem. O epóxi tem aderência superior (~14 MPa para barra 12mm) e é menos sensível à limpeza imperfeita do furo, o que o torna mais seguro para obras de autoconstrução. Evite viniléster se não puder garantir limpeza rigorosa do furo.

help Qual a profundidade do furo para vergalhão 8mm no baldrame?

Para vergalhão ø8mm, a profundidade mínima é de 80 a 120 mm (8 a 12 cm) com base na regra de 10–15 diâmetros da barra da NBR 6118. Na prática com tijolo ecológico, o Manual de Construção Ponto Eco recomenda brocas de 20 cm — o que resulta em embutimento de 15 a 20 cm, dentro do limite normativo e com boa margem de segurança.

help Por que o vergalhão deve ter 1,50 m no tijolo ecológico?

Os 1,50 m são distribuídos assim: 15–20 cm embutidos no baldrame com resina epóxi (ancoragem) + 1,30–1,35 m dentro da parede de tijolos. Com tijolos de 6,25 cm de altura, isso equivale a ~20 fiadas — suficiente para atravessar pelo menos duas colunas de graute (~50–60 cm cada) antes de uma eventual emenda. É a medida definida pelo Manual de Construção com Tijolo Ecológico da Ponto Eco.

help Posso usar cimento para chumbar vergalhão no baldrame?

Não é recomendado. Argamassa de cimento tem aderência muito inferior à resina epóxi, sofre retração na cura e não preenche furos estreitos de forma homogênea. Para ancoragem pós-instalada de vergalhão, as normas NBR 14827 e NBR 15049 tratam especificamente de chumbadores químicos (resinas) — o método tecnicamente correto e mais seguro.

help Qual o diâmetro da broca para vergalhão 8mm?

Para vergalhão ø8mm, a broca deve ter diâmetro de 10 a 11 mm — ou seja, barra + 2 a 4 mm. Essa folga é necessária para que a resina preencha o espaço entre a barra e a parede do furo, garantindo aderência por toda a superfície de contato. Broca do mesmo diâmetro da barra deixa a resina sem espaço e compromete a ancoragem.

help O vergalhão pode ser movido depois de colocar a resina?

Não. Uma vez que a resina começou a curar, mover ou ajustar a barra rompe a ligação entre o adesivo e o concreto. A resina não se regenera — seria necessário retirar, limpar e refazer a ancoragem. Acerte o alinhamento antes de inserir a barra e mantenha-a imóvel até a cura completa (verificar tempo no rótulo do produto).

help Qual a norma técnica para chumbar vergalhão em concreto?

As normas principais são: NBR 6118:2023 (aderência e ancoragem de barras de aço em concreto), NBR 14827:2002 (ensaios de chumbadores instalados em concreto ou alvenaria) e NBR 15049:2004 (chumbadores de adesão química — desempenho). Para tijolo ecológico especificamente, consulte também a NBR 16868-2 (graute em alvenaria estrutural) e a NBR 8491 (tijolo de solo-cimento).

help Precisa de engenheiro para chumbar vergalhão em obra de tijolo ecológico?

Tecnicamente sim — qualquer obra estrutural exige projeto e responsabilidade técnica de um engenheiro civil. Na prática, muitas obras de autoconstrução rural são executadas sem ART formal. O conteúdo do Habituz oferece informação técnica para que o autoconstritor entenda o processo — mas não substitui o acompanhamento profissional, especialmente para dimensionamento de fundações e estruturas.

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Referências e Bibliografia Normativa

  • gavel ABNT NBR 6118:2023 — Projeto de estruturas de concreto — Procedimento. Capítulo 9.4 (ancoragem) e 9.5 (emendas). Acesse ABNT
  • gavel ABNT NBR 14827:2002 — Chumbadores instalados em elementos de concreto ou alvenaria — Determinação de resistência à tração e ao cisalhamento. Referência
  • gavel ABNT NBR 15049:2004 — Chumbadores de adesão química instalados em concreto ou alvenaria estrutural — Determinação de desempenho. Referência
  • gavel ABNT NBR 8491 — Tijolo de solo-cimento — Requisitos. PDF disponível
  • gavel ABNT NBR 16868-2 — Alvenaria estrutural — Parte 2: Execução e controle de obras. Critérios para graute e armadura em alvenaria estrutural.
  • menu_book Tijolo Ponto EcoManual de Construção com Tijolo Ecológico. Recomendações de brocas (20 cm), barras (1,50 m) e uso de resina epóxi. Acesse
  • school Universidade Presbiteriana Mackenzie — Estudo sobre chumbadores químicos com barras de 12, 16 e 20mm em concreto fck≈23MPa — base para dados de aderência e profundidade de embutimento. Acesse
  • business Sika Brasil — Linha Sikadur AnchorFix / Sikadur Epóxi — adesivos epóxi estruturais para ancoragem de barras. Acesse
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Sobre o autor

Kleber Costa

Designer, estudante de Arquitetura e Urbanismo e está construindo a própria casa com tijolos ecológicos no interior de Goiás — com a família. Enfrentou tijolos defeituosos, fornecedores que falharam e etapas refeitas do zero. Documenta cada erro e cada acerto no canal @habituznaobra. O Habituz nasceu dessa obra.

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